Estamos no mês de setembro, para nós que habitamos o hemisfério sul do planeta, começamos a estação da Primavera. Embora vivamos as consequências do aquecimento global, com as indefinições das estações do ano, gostaria de começar nossa conversa amiga aproveitando daquilo que entendemos por estação da Primavera: estação das flores, do renascer, da beleza da natureza. Ao falar em flores, não podemos esquecer Maria, a Mãe de Jesus, como nos diz a canção que entoamos no Tempo Litúrgico do Advento: “Da cepa, brotou a rama, da rama, brotou a flor, da flor nasceu Maria, de Maria o Salvador”

Estamos no mês de setembro, para nós que habitamos o hemisfério sul do planeta, começamos a estação da Primavera. Embora vivamos as consequências do aquecimento global, com as indefinições das estações do ano, gostaria de começar nossa conversa amiga aproveitando daquilo que entendemos por estação da Primavera: estação das flores, do renascer, da beleza da natureza. Ao falar em flores, não podemos esquecer Maria, a Mãe de Jesus, como nos diz a canção que entoamos no Tempo Litúrgico do Advento: “Da cepa, brotou a rama, da rama, brotou a flor, da flor nasceu Maria, de Maria o Salvador”

A glória da Mãe é a glória dos filhos e entre os filhos de Maria Santíssima temos o primeiro lugar porque somos sacerdotes do seu Jesus. (…) Por isso, não devemos ser o segundo nesta manifestação solene para nossa amada mãe. Devemos também ser os primeiros entre os seus filhos, os primeiros na exultação, os primeiros na alegria mais sincera, os primeiros na sua celebração, na sua exaltação, na ampliação das suas intercessões, no seu canto de louvor.

Escrevo estas linhas na Capela onde o S. Coração de Jesus se dignou revelar-se à sua esposa Predileta S. Margarida Maria, o corpo dela está a poucos passos, à minha direita, assim que com um só olhar abraço o Tabernáculo e o Altar da Santa tão felizarda. 

Celebrei de manhã a S. Missa ao Altar das aparições e ontem e hoje passei um pouco de tempo aqui perto do Senhor. (…)