Estamos no mês de setembro, para nós que habitamos o hemisfério sul do planeta, começamos a estação da Primavera. Embora vivamos as consequências do aquecimento global, com as indefinições das estações do ano, gostaria de começar nossa conversa amiga aproveitando daquilo que entendemos por estação da Primavera: estação das flores, do renascer, da beleza da natureza. Ao falar em flores, não podemos esquecer Maria, a Mãe de Jesus, como nos diz a canção que entoamos no Tempo Litúrgico do Advento: “Da cepa, brotou a rama, da rama, brotou a flor, da flor nasceu Maria, de Maria o Salvador”
Revista Voz Amiga
Revista Voz Amiga 1ª Edição – PDF. Acesse nosso site e inscreva-se para receber nossos post novos. Revista Voz Amiga, Congregação de Jesus Sacerdote.
Estamos no mês de setembro, para nós que habitamos o hemisfério sul do planeta, começamos a estação da Primavera. Embora vivamos as consequências do aquecimento global, com as indefinições das estações do ano, gostaria de começar nossa conversa amiga aproveitando daquilo que entendemos por estação da Primavera: estação das flores, do renascer, da beleza da natureza. Ao falar em flores, não podemos esquecer Maria, a Mãe de Jesus, como nos diz a canção que entoamos no Tempo Litúrgico do Advento: “Da cepa, brotou a rama, da rama, brotou a flor, da flor nasceu Maria, de Maria o Salvador”
“A glória da Mãe é a glória dos filhos” é o que o nosso fundador Padre Mario Venturini nos fala em sua exortação e que com muito carinho trazemos na coluna Voz do Fundador de nossa revista. O mês de setembro para a nossa Congregação é dedicado a Maria, Mãe do Sacerdote, e por isso, o nosso terceiro número deste ano é dedicado a Ela.
A glória da Mãe é a glória dos filhos e entre os filhos de Maria Santíssima temos o primeiro lugar porque somos sacerdotes do seu Jesus. (…) Por isso, não devemos ser o segundo nesta manifestação solene para nossa amada mãe. Devemos também ser os primeiros entre os seus filhos, os primeiros na exultação, os primeiros na alegria mais sincera, os primeiros na sua celebração, na sua exaltação, na ampliação das suas intercessões, no seu canto de louvor.
No dia 15 de setembro, celebramos o dia de Maria, Mãe do Sacerdote. Uma devoção nascida no coração de padre Mário Venturini, e assumida pelos Filhos do Coração Sacerdotal de Jesus, hoje, Congregação de Jesus Sacerdote. Neste artigo, procuraremos explicar o porquê desse título, e também aprofundar a teologia expressa pelo mesmo.
A teologia Joanina pode contribuir muito para refletirmos sobre a vida do Presbítero. Porque traz um grande aprofundamento sobre o mandamento do amor e do serviço. Mas, dos vários aspectos teológicos presentes no Evangelho de João, neste artigo nos aprofundaremos em apenas dois: A fé e os Sinais.
Quando voltamos o nosso olhar para contemplarmos Maria na sua relação com o mistério da cruz não podemos deixar de considerar a cruz como sinal de redenção. O mistério da cruz tem como efeito a ação salvífica e redentora. Maria é a Mãe do Redentor.
Permita-me extrair uma fagulha de tão rico texto, está fagulha chama-se Maria, que alguns a identificam nesta perícope como grande sinal (Is 7,14), e como em Isaías aqui também ela indica Jesus, o Deus Conosco, ao dizer “fazei tudo que Ele vos disser” (Jo 2,5). No entanto São Luiz ressaltou-a ao descrevê-la, “Foi por intermédio da Santíssima Virgem Maria que Jesus veio ao mundo, e é também por meio dela que ele deve reinar no mundo” (Tvd, n 1).
Uma vida matrimonial que acolhe Maria como mestra, e a quer, apreende no silêncio de escuta e meditação, conhecimentos individuais. Cada casal de acordo com suas necessidades, descobre com o sim dela o que lhes falta.
