O desafio da educação das novas gerações, e sobretudo, dos futuros padres evidentemente preocupa, seja os educadores jovens, seja, sobretudo, os que viveram a vida toda com esta responsabilidade. Ninguém discute a necessidade e a importância desta missão. Mas os tempos mudaram. A cultura e o estilo de vida são diferentes. Os jovens de hoje não aqueles do passado. São necessários novos paradigmas, novos métodos. Quais? Temos que dar espaço a dúvidas, interrogativos, questionamentos. O autor deste artigo se faz porta voz dos mesmos. Vale a pena escutar.
Revista Voz Amiga
Hoje é impensável falar da figura de Maria sem a sua relação com Jesus Cristo e a Igreja. Por isso, salientar uma dimensão antropológica, sublinhando o lado humano da Mãe de Jesus, mostrando-a como mulher livre e de fé, que cooperou de modo consciente e ativo no projeto de salvação de Deus, se faz cada vez mais imprescindível ressaltar.
A presença amorosa e servidora da Virgem Maria na Igreja é um fator que ilumina a caminhada cristã e enche de esperança o coração do povo de Deus. De fato, desde os primeiros séculos, a Igreja sabe e reconhece que a Santíssima Virgem “tem um lugar bem preciso no plano da salvação”,[1] pois, o próprio Criador, olhou para a sua humildade e fez nela maravilhas (cf. Lc 1,48;49). Consciente disso, “a Igreja católica, guiada pelo Espírito Santo, honra-a como mãe amantíssima, dedicando-lhe afeto de piedade filial”.
Todos somos chamados a viver plenamente a vocação. Entretanto, algumas vocações se destacam por serem as chamadas vocações específicas. Dentre elas a vocação ao matrimônio, que está profundamente ligada ao sacramento do matrimônio. Cada vocação em sua particularidade, respondem a um chamado que corresponde a missão daquele ou daqueles que foram chamados.
A presença de Maria na minha vida começou muito cedo. Anterior ao meu nascimento, na devoção de minha mãe e de minha madrinha, que sempre recorreram à intercessão de Nossa Senhora Aparecida (…) Descobri, então, mais uma face de Maria: Mãe do Sacerdote. Ela é a mãe de Jesus, Sumo Sacerdote, e de todos os seus ministros ordenados (diácono, padre e bispo), porque Jesus a entregou como mãe ao discípulo João. Todos somos chamados a sermos discípulos de Jesus e filhos de Maria, mas ela tem uma predileção aos sacerdotes.
A Comissão dos Estudantes de Teologia do Estado de São Paulo (CETESP), formada por alunos e professores das seguintes faculdades de São Paulo: PUC-SP, ITESP, Pio XI UNISAL, São Bento, PUC – Campinas e FAJOPA, realizará o CONGRESSO DE TEOLOGIA 2021.
O evento será de 27 de setembro a 1º de outubro de 2021. Pela primeira vez na história, devido a pandemia, a modalidade será online, iniciando às 08h e terminando às 11h, com transmissão ao vivo pelo canal do ITESP do Youtube. O congresso terá como objetivo refletir alguns temas fundamentais do pontificado do Papa Francisco.
Nesta edição a coluna Formação Sacerdotal está em forma de vídeo. Neste mês que denominamos de “setembro amarelo” de prevenção ao suicídio, o nosso colunista, Padre Ivanaldo Gonçalves de Mendonça, traz uma belíssima reflexão direcionada aos sacerdotes sobre a importância do cuidado da saúde física e mental no ministério presbiteral. A luz da parábola do Bom samaritano, padre Ivanaldo convida aos sacerdotes a olharem para si, em um cuidar-se, deixar-se cuidar, para poder servir melhor ao povo de Deus!
Maria é Mãe de todos os sacerdotes. Ela quer viver na vida e no coração de cada um dos padres da Igreja. Quer nos inspirar a uma vida sempre mais voltada para Deus: na oração, contemplação e no serviço.
Falar de São José é adentrar no mistério humano e divino no qual Deus o escolheu para cuidar do seu Filho, Jesus o sumo e eterno Sacerdote. José, colaborou assim no plano da salvação, juntamente com a Virgem Maria, mãe do Sacerdote. A solenidade dedicada a São José, pai adotivo de Jesus, é muito festejada por toda a Igreja Católica, sobretudo aqui no Brasil onde inúmeros seminários têm como padroeiro, o patrono universal da Igreja. Não há melhor padroeiro a quem confiar os futuros sacerdotes, do que aquele a quem foi confiado o verdadeiro Sacerdote pelo próprio Deus.
No dia 03 de maio de 2021 o Papa Francisco anunciou a canonização de Charles de Foucauld “pobre entre os pobres” e “irmão universal”, por isso, retomamos nesta voz da memória este artigo publicado originalmente na edição 4, do ano de 2013, feito pelo padre Carlos Roberto dos Santos, onde podemos conhecer um pouco mais da vida deste santo.
